A escolha do tratamento ideal depende da substância envolvida, do grau de risco, das comorbidades e do contexto familiar.
Condutas para abstinência segura, prevenção de recaídas e reestruturação familiar.
Atenção aos impactos cognitivos, motivacionais e comportamentais.
Foco em crise, compulsão, risco social e reconstrução progressiva da rotina.
Tratamento intensivo diante do alto potencial de destruição física e social.
Casos relacionados ao uso abusivo de medicamentos controlados e sedativos.
Abordagem para uso de ketamina e outras substâncias dissociativas.
Acolhimento para inalação de substâncias químicas e seus impactos neuropsíquicos.
Tratamento comportamental para dependência sem substância, com foco em compulsão.
Estratégias que consideram vulnerabilidades específicas, rede de apoio e segurança emocional.
Planos terapêuticos com foco em adesão, responsabilidade e retomada funcional.
Casos com comorbidades, surtos, depressão, ansiedade intensa ou necessidade de supervisão médica.
Acompanhamento com atenção à fase de desenvolvimento, família e escola.
O atendimento é sigiloso, humanizado e feito para orientar a família com clareza sobre o próximo passo.